Sindicarne representa um dos setores mais importantes de Santa Catarina

  • 24/11/2022
(Foto: Reprodução)
O agronegócio representa 30% do PIB estadual, com destaque na exportação de frango Santa Catarina é referência nacional na produção de carne, e destaca-se mundialmente na exportação de frango. Entre os meses de janeiro a outubro de 2022, o estado embarcou 1,41 milhões de toneladas de carne, conforme números divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa). Esse montante resultou em uma receita de US$ 3,1 bilhões, o que representa um aumento de 11,6% em relação ao mesmo período no ano anterior. Apenas em outubro, Santa Catarina exportou 139,8 mil toneladas de carnes para outros países. O resultado destas transações foi um faturamento de US$ 324,9 milhões, cerca de 7% a mais do que o mesmo período em 2021. De acordo com o Governo de Santa Catarina, os números positivos posicionam o estado como o segundo maior produtor nacional de carne de frango. Entre janeiro e março deste ano, essa receita respondeu por 23,6% do faturamento brasileiro. Os números do território estadual também apontam este destaque: o agronegócio catarinense representa quase 70% das exportações no estado, e ainda, 30% do índice de Produto Interno Bruto (PIB). Quando o assunto é carne suína, a relevância torna-se ainda maior, afinal, Santa Catarina é o primeiro produtor e exportador deste tipo de alimento no país. A carne produzida no estado é exportada para mais de 140 países, incluindo o Japão, maior importador do mundo. Em 2022, a qualidade de produção catarinense levou o estado a exportar para o Canadá — mercado exclusivo para o estado. Os grandes índices positivos estão relacionados, principalmente, a três fatores: sanidade, nutrição e genética. Qualidade que se sobressai Não é apenas o grande potencial de produção que gera tanto destaque para Santa Catarina. A qualidade da carne é referência, especialmente, porque o estado é reconhecido pela excelência sanitária. A produção estadual foi certificada pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre da febre aftosa sem vacinação e da febre suína. Assim, o acesso aos mercados mais exigentes do mundo torna-se possível. Apenas em outubro, Santa Catarina exportou 139,8 mil toneladas de carnes para outros países Aurora Coop De acordo com a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), além das boas práticas adotadas pelos produtores rurais, as agroindústrias do estado também são responsáveis pela qualidade da carne. Unidas, elas têm trabalhado para cumprir todas as medidas sanitárias e adotado tecnologias para contribuir com este controle. A economia catarinense também é líder em inovação e desenvolvimento, facilitando que equipamentos de ponta estejam disponíveis para aumentar a produtividade no campo. Para que o alimento chegue com qualidade até a mesa do consumidor, tanto do Brasil quanto do mundo, a preocupação com o bem-estar animal é eminente. As agroindústrias estaduais são precursoras neste tópico, sendo as primeiras do país a aderirem ao Programa Nacional de Abate Humanitário, validado pelo Ministério da Agricultura. Sindicarne representa este setor O órgão responsável por representar toda a potência desta produção é o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne). Com sede na capital Florianópolis, tem como principais atribuições os estudos, coordenação, proteção e representação legal da categoria econômica da categoria no estado. De acordo com o presidente do Sindicarne, José Antonio Ribas Júnior, o protagonismo de Santa Catarina neste setor mudou o patamar nacional da produção de aves e suínos. — A sociedade catarinense deve prestigiar um setor que, mesmo em um estado pequeno em território, bate recordes de produção, lidera exportação de aves e suínos no Brasil e atende mercados de mais de 150 países. Esses resultados falam por si só e são um atestado de qualidade e competência — destaca. Presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (SINDICARNE), José Antonio Ribas Júnior Arquivo O presidente salienta, ainda, que o agronegócio é um assunto relevante mundialmente, envolvendo os países mais desenvolvidos, já que a alimentação tornou-se um tópico de segurança nacional. Segundo ele, neste cenário, o Brasil e Santa Catarina têm um papel de protagonismo. — Temos que nos empoderar de nossas fortalezas e competências. Se o mundo quer alimento de alta qualidade, de absoluta sanidade, sustentável, competitivo, nós sabemos produzi-lo — reforça. Por fim, Ribas Júnior pede para que o governo, as indústrias, os produtores rurais, órgãos de pesquisa e controle sanitário do estado continuem preservando este mercado tão valioso. Para eles, o presidente recomenda: — Investir no agro e suas estruturas continuará trazendo grande retorno a sociedade — finaliza. Acesse o site e saiba mais sobre o Agro 5.0. Leia também Engenheiros agrônomos levam tecnologia e inovação para o agronegócio catarinense Agro 5.0: referência na produção de proteína animal, SC aposta na tecnologia para otimizar negócio Guerra e desaceleração global: Quais as perspectivas para exportações e o agro em 2023

FONTE: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/campo-e-negocios/noticia/2022/11/24/sindicarne-representa-um-dos-setores-mais-importantes-de-santa-catarina.ghtml


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